Rede social é
gente. Gente que se relaciona. Gente que se comunica. Que busca contatos antigos na web, com a esperança de
que eles façam parte de alguma dessas imensas teias de relacionamento. Gente
que escreve, fala, age, registra e tem o suporte das redes sociais para tornar
publico o que pensam e sentem. Rede social equivale, para nossa sociedade, a
visibilidade. E isso acarreta em transformações estratégicas de relacionamento
quando o assunto são corporações dirigidas por pessoas que entendem a
importância de participar destas redes para a imagem de suas marcas. Nas
regiões do Brasil onde se tem acesso a web mais facilmente é difícil encontrar
internautas que não estejam participando de alguma. Contudo encontrar amigos,
conversar, publicar fotografias e textos, externar emoções e pontos de vista
não são as únicas coisas que os usuários fazem acessando as redes sociais de
seus computadores pessoais ou plataformas móveis. Conforme o site de noticias
Terra existem mais de 1 bilhão de adeptos delas no mundo e o Facebook é
responsável por 90% deste montante, com 901 milhões de usuários.
Mas o que as pessoas fazem nestas verdadeiras "teias de
relacionamento" que se alicerçam na Internet? Ao abrir a página do Google e pesquisar a quantidade
impressionantes de redes sociais que existem se detecta as diferentes propostas
de cada formato. O LinkedIn, por exemplo, serve para a busca de contatos profissionais,
enquanto o Last.fm se dedica a musica exclusivamente e está disponível em
vários idiomas. Temos redes que servem ao propósito do relacionamento
interpessoal, como Facebook, Orkut, Myspace, Twiter assim como outras
destinadas a busca de relacionamento afetivos, como Twoo, Zoosk e Badoo. Há as
redes que são projetadas para o público ligado ao mundo literário, como o Skoob
e o O Livreiro, ou a Filmow para os cinéfilos de plantão. A partir daqui o que
se lê nas entrelinhas é a necessidade de reconhecer como cresceu essa
modalidade de relacionamento proporcionada pela Web 2.0. E isso se torna um
pouco evidente quando voltamos o olhar para o alcance e popularidade do Twiter.
A instantaneidade desta ferramenta e seu formato, batizado de “microblog”, são fatores que a
popularizaram no mundo virtual, inclusive tornando ela suporte para a produção
e difusão de conteúdo jornalístico e publicitário. Os microblogs ainda tem a
vantagem, em geral, de possuírem a API (Application Programming Interface,)
liberada, o que possibilita a criação de ferramentas diferentes e abre caminho
para a realização de mashups, dando
origem a outros produtos.
O Brasil é um
dos países mais “sociáveis” do planeta, tendo uma participação significativa
nas estatísticas referentes ao uso das maiores redes sociais do globo. O cenário que vemos hoje é de um bom numero
de redes de relacionamento estabilizadas, ou seja, já consolidadas na web sendo o Facebook, Messenger, da Microsoft, e Orkut exemplos disso. Por
outro lado vemos também que existem algumas delas em decadência, como o Myspace
que vem perdendo usuários, e outras em franca ascensão, Skype e Youtube
ilustram bem esse quadro. As Redes sociais estão crescendo e se renovando nesse
processo. Ao se reinventar elas assumem novas interfaces, adquirem novos
propósitos, atraem novos usuários e se firmam, aos poucos, como uma
plataforma de relacionamento que vai acabar com qualquer fronteira física existente na comunicação entre os homens. Estas verdadeiras “teias
de relacionamento ou comunicação” se espalham pelo mundo virtual e nesse
ritmo vão ganhando adeptos de diferentes nacionalidades, etnias e religiões.
Dizem que graças as manifestações que foram se espalhando pelas redes sociais a
“Primavera Árabe” começou, o que
culminou na queda de regimes ditatoriais e produziu transformações de
pensamento em um significativo numero de indivíduos naquelas culturas. Mas o que
deve vir ainda no futuro em face deste potencial notável que as redes sociais
acumulam? Quais serão ainda as transformações culturais e comportamentais que
elas devem trazer ao modo de viver e se relacionar das sociedades na nossa
época? Quais devem desaparecer? Como serão essas “teias” daqui há 10 anos? Este é, sem dúvida, ótimo assunto para um
próximo debate!
Minha dica de leitura hoje é "Le Troisième Testament", escrita por Xavier Dorison, uma belíssima HQ francesa, muito bem escrita e finamente desenhada pela artista Alex Alice, baseada no romance "O Nome da Rosa", fortemente indicada para pessoas inteligentes e apreciadoras de arte. Ao todo são 4 livros que compõe a série. Minha dica de anime é "Aquariom Evol", de Shoji Kawamori, uma série fantástica que se desenrola em um futuro próximo. É comovente do início ao fim e muito bem desenhada pelos artistas gráfico, que utilizam o 3D em gratas medidas. E para encerrar, minha dica de documentário é "Zeitgeist - The Movie". "Zeitgeist" é um termo alemão que significa "espirito do tempo" e este documentário foi produzido pelo "Movimento Zeitgeist", que vem se espalhando pelo mundo. O filme é extremamente esclarecedor no tocante a assuntos como o "Mito do Cristo", a morte de John Fitzgerald Kennedy e as controvérsias a respeito do atentado terrorista (??) de 11 de Setembro de 2001.
Saber é uma forma de se tornar consciente. Tornar-se consciente aponta para um horizonte onde a evolução se torna mais próxima. O objetivo de "ser" é tornar-se consciente. Simples assim. Agora sumam e vão assistir um documentário!!!
Saber é uma forma de se tornar consciente. Tornar-se consciente aponta para um horizonte onde a evolução se torna mais próxima. O objetivo de "ser" é tornar-se consciente. Simples assim. Agora sumam e vão assistir um documentário!!!

Nenhum comentário:
Postar um comentário